MENSAGEM DO PRESIDENTE DA COMISSÃO EXECUTIVA

No ano de 2020, o desempenho negativo do petróleo em Angola e a pandemia do vírus COVID 19, contribuíram para os vários desequilíbrios macroeconómicos do país que se traduziram em desafios constantes para os agentes económicos e para a Banca Comercial, em particular. O declínio económico acentuou-se mais, no segundo semestre do ano, com o reforço de medidas de confinamento interno, a paralisação parcial de actividades comerciais e industriais produtivas.

Privada da injecção de recursos financeiros, públicos e privados, mobilizados para acudir à emergência, a economia angolana ressentiu-se. Os múltiplos desequilíbrios macroeconómicos a que essa realidade deu azo viriam a expôr os agentes económicos e a banca comercial, em particular, a constantes desafios.

Essa realidade, ilustrada por factores, como a diminuição da produção, a baixa do consumo interno e a queda das exportações deu lugar, a um declínio ainda mais acentuado da economia nacional.

Fosse a pandemia um fenómeno isolado e talvez os seus efeitos na economia não tivessem sido tão drásticos. A crise pandémica surgiu na esteira de outra crise de grandes proporções, a crise da queda dos preços do petróleo declarada em 2014 e que se mantêm até ao presente. A grandeza dos efeitos negativos da crise petrolífera na economia de Angola é melhor compreendida à luz de uma simples constatação: o petróleo era, muito à frente de todos os outros, o grande recurso da economia. Deixando de contar com ele, como sempre contara, constituiu um severo abalo no desenvolvimento económico e social do País.

Pela primeira vez uma crise petrolífera não foi passageira - como todas as outras sempre o haviam sido. Ano após ano, o Estado viu-se obrigado a recorrer às reservas líquidas e a endividar-se externamente como forma de fazer frente às consequências da crise.

O Banco BIC não foi indiferente aos seus efeitos. Cuidou de encontrar soluções a habilitar os seus clientes a resolver, no mínimo a minorar, os problemas que se lhes foram deparando. Assim se aumentaram, por exemplo, os níveis do financiamento de projecto empresarias nos sectores agropecuário e da agroindústria, associados ao PAC, no âmbito do PRODESI que contempla condições especiais de crédito a um pacote de 54 produtos identificados pelo Governo, apostado a fomentar a produção nacional e, concomitantemente, a reduzir o peso das importações. Fechámos o ano de 2020 com 17 novos projectos aprovados financiados em cerca de 64 mil milhões do AKZ o que coloca o Banco BIC em 2º lugar no ranking dos bancos comerciais financiadores ao abrigo do PRODESI.

Merece igualmente registo o lançamento de novos produtos de captação de poupanças individuais com atractivas condições de reembolso. A conta BIC CRESCE +, que permitiu aos seus titulares aumentar o rendimento das suas poupanças a juros de 15,5%, com pagamentos mensais antecipados.

Não vencemos a crise mas contribuímos para minimizar alguns dos efeitos mais perversos com que se debateram algumas empresas nossas clientes. O trabalho em equipa dos nossos colaboradores, conprometidos com os valores do Banco BIC foram fundamentais na sustentabilidade dos desafios que tivemos de enfrentar.

CRESCEMOS JUNTOS e Juntos faremos uma Angola Mais Segura.

 

 O Presidente da Comissão Executiva  

  Hugo da Silva Teles

 

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